Bélgica

Roteiro: 3º dia em Bruxelas

Neste que seria o 3º dia em Bruxelas (e último) acordámos mais cedo para fazer render o dia!

Como devem ter reparado, no e 2º dia em Bruxelas não usámos transportes públicos. Fizemos tudo a pé uma vez que é possível conhecer a parte central caminhando. No entanto, há certos locais que queríamos visitar que eram um pouco mais longe. Assim sendo, reservámos este dia para esses mesmos sítios e comprámos um ticket de um dia.

Um bilhete custa 2,10€, mas nós achámos que compensaria comprar o bilhete diário que custou 7,50€. Assim poderíamos entrar e sair nos vários transporte públicos quando queríamos. Veja aqui os preços actualizados. Uma nota muito importante: é preciso validar sempre o bilhete nas máquinas, geralmente de cor laranja.



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Saímos então do Hotel Mozart e apanhámos o metro da linha azul (linha 6) até Heysel. A primeira visita do dia seria um dos cartões postais da cidade, o Atomium. Do metro até ao Atomium é apenas uma pequena caminhada de 5 minutos.

Veja aqui como ir do aeroporto de Zaventem, em Bruxelas, para o centro

O Atomium, que possivelmente é o maior símbolo de Bruxelas, foi construído para a exposição mundial de 1958. Apesar de se chamar Atomium (átomo) é, na verdade, no formato de um cristal de ferro ampliado 165 bilhões de vezes. A sua estrutura é fascinante! São 9 esferas (cada uma com 18 metros de diâmetro) conectadas por 20 tubos. Três grandes pilares (conhecidos com bipodes) sustentam a estrutura de 102 metros de altura que recebe milhares de visitantes por ano. Pelas dimensões já estão a perceber como é um monumento imponente.

Mas não é só o seu exterior que é fascinante e fotogénico. Eu visitei o seu interior e, na minha opinião, vale muito a pena!

O bilhete tem um custo de 15€ e é comprado no edifício ao lado (está tudo bem sinalizado). Pode ver aqui os preços e horários actualizados. A fila para entrar é um pouco grande uma vez que temos de ir de elevador até ao último andar e leva poucas pessoas de cada vez. Durante a subida, os visitantes são convidados a olhar para o alto e ver a estrutura do monumento por dentro. É fascinante!

Veja aqui o post sobre Banda Desenhada em Bruxelas

Ao chegar ao topo, há uma vista panorâmica 360 graus da cidade. Lá de cima temos ainda uma óptima vista da Mini Europa que fica mesmo ao lado do Atomium. A Mini Europa é um parque que possui miniaturas de alguns dos monumentos mais emblemáticos do Mundo.

Descendo novamente pelo elevador vamos explorar as outras esferas, onde é possível encontrar exposições permanentes e temporárias. A exposição permanente conta um pouco da história da exibição mundial de 1958 quando o Atomium foi construído.

Mas, para mim, a parte mais surpreendente é a parte final da visita onde nos deparamos com um cenário futurista. Algumas das salas conjugam a música com imensas luzes que nos transportam de imediato para um filme futurista. Até a descida nas escadas rolantes é impressionante – repleta de luzes vibrantes em movimento. Um verdadeiro espectáculo.

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O bilhete incluía ainda a entrada no Adam Museum, que se encontra no cimo da avenida onde está o Atomium. O Museu do Design Belga é um espaço dedicado ao design do século XX e actual. A minha visita foi um pouco rápida pois não achei nada demais.

Depois de várias fotografias tiradas a hora do almoço estava próxima, pelo que almoçámos numa das carrinhas ambulantes de fast-food ali presentes. Conte com 3 a 4 horas para visitar com calma o Atomium.

Quando planeei, em casa, o roteiro do 3º dia em Bruxelas, tinha visto que próximo do Atomium se encontrava um sítio pouco turístico que despertou em mim uma curiosidade imensa. Não pude deixar de visitar! Assim sendo, apanhámos o metro de superfície e fomos conhecer o Pavilhão Chinês e a Torre Japonesa.

Mandados construir por Leopoldo II no início do séc. XX, deixam qualquer um boquiaberto. O Pavilhão Chinês surge em tons dourados, cheio de detalhes elaborados, com varandas e painéis de madeira trabalhada que foram propositadamente esculpidos em Xangai.

A Torre Japonese ergue-se bem acima das copas das árvores, num paralelepípedo gigante de cor vermelha com cada piso marcado por um telhado, como é típico nos pagodes.

Até há alguns anos, todo este conjunto abrigava o Museu do Extremo Oriente, mas por questões de segurança o complexo encontra-se agora fechado e só se pode ver o exterior dos edifícios. A colecção permanente do museu está actualmente guardada no Museu do Cinquentenário. Ainda assim, para quem gosta de arte oriental acho que vale muito a pena fazer este pequeno desvio.

Veja aqui algumas dicas úteis para viajar para Bruxelas

Daqui seguimos novamente em transportes públicos até ao Parlamento Europeu, o coração da política europeia. É aqui que se encontram os gabinetes principais dos deputados europeus, e tem sido palco de muitas votações importantes.

Apesar de podermos visitar o seu interior, eu não tinha muito tempo, pelo que ficará para uma próxima 😉 Não deixe de apreciar uma parte do muro de Berlim que se encontra ao lado do Parlamento Europeu.

Próximo do Parlamento existe um grande e agradável parque. O Parc Leopold é um óptimo local para praticar desporto, passear ou simplesmente descansar ao final do dia. Possui imensos espaços verdes e parques infantis. No meio do parque está um lago super giro que abriga muitas famílias de espécies animais.

Daí seguimos a pé até ao nosso último destino, o Parc du Cinquantenaire. Este é o segundo parque mais importante de Bruxelas. Devido à sua proximidade aos edifícios da União Europeia, é um dos lugares onde os trabalhadores vão habitualmente à hora do almoço.

Actualmente, o Parc du Cinquantenaire abriga três museus: o Museu Real de Arte e História, o Autoworld e o Museu Real das Forças Armadas e História Militar.

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No topo do Parc du Cinquantenaire localiza-se ainda o imponente Arco do Triunfo. Foi erguido em 1905, substituindo uma versão temporária anterior da arcada por Gédéon Bordiau. As estruturas foram construídas em ferro, vidro e pedra, que simbolizam o desempenho económico e industrial da Bélgica.

E assim chegara ao fim o nosso 3º dia em Bruxelas (e último). No entanto, a viagem por terras belgas ainda não tinha terminado. Reservámos um dia para visitar uma cidade vizinha, Brugge 🙂

Resumo do dia:

  • Atomium
  • Adam Museum
  • Pavilhão Chinês e Torre Japonesa
  • Parlamento Europeu
  • Parc Leopold
  • Parc du Cinquantenaire
  • Arco do Triunfo

Consulte aqui o roteiro completo do e 2º dia em Bruxelas 🙂

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